Após o salto de mais de 200% registrado em agosto, a injeção de gás natural liquefeito (GNL) na malha de distribuição começou uma trajetória de queda que se manteve em outubro. Naquele mês, de acordo com levantamento da Comerc Gás, divulgado nesta sexta-feira (19/1), o volume injetado foi de 9,6 milhões de m³/dia, uma retração de 3,2% quando comparado com o mês anterior, que foi de 9,9 milhões de m³/dia.
Em agosto, essa injeção havia sido de 10,6 milhões de m³/dia, contra pouco mais de 3 milhões de m³/dia do mês anterior. Essa retração coincide com a diminuição do despacho de termelétricas, que vêm sendo desligadas pouco a pouco diante da recuperação paulatina dos reservatórios das hidrelétricas, já que o consumo térmico é o principal destino do GNL importado.
O levantamento da comercializadora mostrou também que a oferta doméstica de gás aumentou 5,2% em outubro com relação a setembro, atingindo 65,1 milhões de m³/dia contra 61,9 milhões de m³/dia. Já a produção bruta, chegou a 114,6 milhões de m³/dia, o que representa um aumento de 0,5% com relação ao mês anterior (quando atingiu 114 milhões de m³/dia).
A importação proveniente da Bolívia atingiu no mês, 28,6 milhões de m³/dia, bem próximo do limite do acordo de importação, que é de 30 milhões de m³/dia. Esse volume é 4,3% maior do que o importado pelo país no mês anterior, quando chegou a 27,4 milhões de m³/dia.
Fonte: Brasil Energia Online
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