A importação de gás natural da Bolívia, em fevereiro deste ano, foi de 22,54 milhões de m³/dia, contra 19,48 milhões de m³/dia de janeiro. De acordo com dados do último Boletim de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural, do MME, neste ano, o que impulsionou essa elevação de um mês para outro, foi a demanda maior na malha integrada de gasodutos. O volume total importado, considerando gás boliviano e GNL, atingiu em fevereiro, 24,92 milhões de m³/dia.
Por outro lado, enquanto o gás boliviano foi mais demandado, a importação via gás natural liquefeito (GNL) ficou praticamente estável entre janeiro e fevereiro. Comportamento bem diferente com relação ao observado no fim do ano passado, quando houve uma regaseificação maior por conta do despacho termelétrico promovido pelo governo para segurar o nível dos reservatórios das hidrelétricas.
Em fevereiro, a média de importação por GNL foi de 2,37 milhões de m³/dia. Em janeiro havia sido de 2,25 milhões de m³/dia. A regaseificação ocorreu nos terminais Pecém (CE) e Aratu (BA), mantendo a ociosidade do terminal do Rio de Janeiro. Esse gás foi enviado de países como Catar, Nigéria e Trinidad e Tobago.
Fonte: Brasil Energia Online
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