Os preços do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira (1º de fevereiro), após dados mostrarem redução no número de sondas em atividade nos Estados Unidos, o que pode indicar menor ritmo de produção à frente. Além disso, pesquisas indicam que a produção na Opep deve ter sofrido em janeiro a maior queda em dois anos, amenizando receios sobre excesso de oferta.
Em Nova York, o petróleo WTI (março) fechou em alta de 2,73%, a US$ 55,26 o barril. No melhor momento, o contrato foi a US$ 55,66, máxima em dez semanas. Na semana, o WTI subiu cerca de 2,9%.
Em Londres, o Brent (abril) valorizou 3,14%, a US$ 62,75 o barril. Na semana, o Brent ganhou cerca de 1,80%.
Segundo pesquisa da “Bloomberg”, a produção caiu em 930 mil barris por dia em janeiro, para 31,02 milhões de barris por dia.
A Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo, cortou a produção em 450 mil barris por dia, para 10,2 milhões de barris. A redução é cerca de 30% mais intensa que o acordado e colocou a produção bem abaixo do recorde de 11,1 milhões de novembro.
O ministro saudita da Energia, Khalid Al-Falih, disse que espera reduzir a produção de petróleo “bem abaixo” da meta do país. E prometeu cortes mais profundos em fevereiro.
Fonte: Valor Online
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