Os preços do petróleo fecharam em alta, impulsionados pela redução da oferta da Venezuela e pelas indicações dadas pela Arábia Saudita, líder de fato da Opep, de que os cortes de produção do cartel serão estendidos ao segundo semestre.
Os contratos futuros do WTI para abril fecharam em alta de 0,14%, a US$ 56,87 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), enquanto o Brent para maio avançou 0,13%, a US$ 66,67 por barril na ICE, em Londres.
Mais cedo, o Brent chegou a ser negociado a US$ 67,39 por barril máxima intradia, no maior nível desde 25 de fevereiro. A quebra no suprimento de energia na Venezuela interrompeu também os embarques de petróleo pelo país, cuja produção já estava comprometida pela prolongada crise econômica, especialmente após as recentes sanções impostas à estatal PDVSA pelos Estados Unidos, apontam em nota diária os analistas do Commerzbank.
Relatos recentes de que o ministro do petróleo da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse que a Opep poderia continuar com os cortes de produção além do período de seis meses que termina em junho, também deram um sinal positivo aos investidores.
Fonte: Valor Online
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