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Preços da gasolina e do diesel ficam estáveis nos postos, diz ANP

O preço médio da gasolina e do diesel praticado nos postos do país ficou praticamente estável na semana terminada no dia 4 de maio, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento da ANP, o valor do litro da gasolina passou de R$ 4,504 para R$ 4,505. O preço do litro do diesel passou de R$ 3,614 para R$ 3,612. O valor do litro do etanol recuou 0,25% – de R$ 3,127 para R$ 3,119.

No acumulado do ano, o preço da gasolina já subiu 3,70%. O do diesel avançou 4,66%. O etanol tem alta de 10,17%.

Preços nas refinarias

A Petrobras anunciou no último dia 3 elevação média de 2,56% nos preços do diesel comercializado nas refinarias, segundo site da empresa, no qual a petroleira detalha preços praticados nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro, para a gasolina, o diesel S10 e o diesel S500.

O preço da gasolina continuou a ser negociado a R$ 2,045 por litro, em média, nas refinarias do país. O preço médio do litro do diesel, por sua vez, passou para R$ 2,3047, R$ 0,0577 acima dos então R$ 2,2470.

Pelo preço médio, a gasolina da Petrobras tem seu maior valor desde 30 de outubro de 2018, segundo dados publicados anteriormente pela estatal. Naquela ocasião, o litro do combustível era vendido, em média, por R$ 1,9855.

O reajuste vai na mesma linha do avanço dos preços da gasolina no mercado internacional.

Mudanças na política de preços

A política de preços da empresa já passou, nos últimos anos, por uma série de mudanças, a última delas no dia 26 de março, quando a estatal anunciou que os preços do diesel passariam a ser reajustados, a partir daquela data, por períodos não inferiores a 15 dias. Com isso, a companhia abandonou, somente para o diesel, o formato usado desde 3 de julho de 2017, que previa reajustes com maior periodicidade, a qualquer tempo, inclusive diariamente.

Ainda no caso do diesel, no dia 11 de abril a Petrobras chegou a informar que elevaria o preço médio do combustível em 5,74%, mas voltou atrás depois de pedido do presidente Jair Bolsonaro.

No dia 22 de abril, a empresa anunciou mudanças novamente em seu formato de divulgação de reajustes nos preços de gasolina e diesel. Em meio à retomada do debate nacional sobre os preços praticados pela estatal, frente às ameaças de uma nova greve dos caminhoneiros, a estatal passou a divulgar em seu site preços praticados pela empresa, à vista, nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro.

 

Fonte: G1

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