Vetado na íntegra pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, o Projeto de Lei 153/2020 voltou a ser criticado pela Abegás. Segundo a entidade, “é fundamental que o Estado do Amazonas, em que pesem as ótimas intenções dos deputados estaduais e de outras autoridades públicas, não se veja tentado a adotar medidas de afogadilho que, no final das contas, serão prejudiciais para o equilíbrio econômico financeiro da concessionária e acarretarão queda de receita na economia do Estado do Amazonas — uma vez que a atividade da Cigás gera arrecadação de impostos para o governo do Estado. É preciso registrar que o setor de distribuição de gás já vem sendo submetido a uma situação de fragilidade econômica em função da queda do consumo decorrente da pandemia”.
Leia mais
Fonte: Jornal A Crítica (AM)
Related Posts
Distribuidoras de gás canalizado do Brasil devem investir mais de R$10bi em cinco anos
Os investimentos das distribuidoras de gás canalizado nos próximos cinco anos no Brasil devem superar R$ 10 bilhões (US$ 1,9bi), estima Marcelo Mendonça, presidente executivo da Abegás. Ele pontuou que a...
Abegás e Abiogás apoiam proposta da Arsesp para o biometano
A Abegás e a Abiogás manifestaram apoio à proposta da Arsesp de estabelecer um novo marco regulatório para o desenvolvimento do mercado de biometano no estado de São Paulo, com conexão de plantas à rede de...

