Vetado na íntegra pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, o Projeto de Lei 153/2020 voltou a ser criticado pela Abegás. Segundo a entidade, “é fundamental que o Estado do Amazonas, em que pesem as ótimas intenções dos deputados estaduais e de outras autoridades públicas, não se veja tentado a adotar medidas de afogadilho que, no final das contas, serão prejudiciais para o equilíbrio econômico financeiro da concessionária e acarretarão queda de receita na economia do Estado do Amazonas — uma vez que a atividade da Cigás gera arrecadação de impostos para o governo do Estado. É preciso registrar que o setor de distribuição de gás já vem sendo submetido a uma situação de fragilidade econômica em função da queda do consumo decorrente da pandemia”.
Leia mais
Fonte: Jornal A Crítica (AM)
Related Posts
Uso de gás natural no Amazonas evita a emissão de 7,5 milhões de toneladas de gases de efeito estufa
O uso do gás natural tem contribuído para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Amazonas. De acordo com levantamento da Cigás, mais de 7,5 milhões de toneladas de gases de efeito estufa...
Vitol recebe aval para importar gás da Bolívia e Argentina
A Vitol do Brasil recebeu autorização da ANP para importar até 4 milhões de m³/dia da Argentina e da Bolívia. O aval foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 28 e prevê a entrada via Corumbá...

