Segundo reportagem do Estadão.com, a ANP já avalia riscos na oferta do gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha com a venda da refinaria Rlam (Bahia). “O GLP é uma questão e tem um papel fundamental para a maior parte das famílias no País. É um produto que a gente sabe que vai ter que olhar com muito mais cautela”, disse a superintendente adjunta de Fiscalização do Abastecimento da ANP, Patrícia Huguenin. “O que a gente tem hoje é a coordenação pela Petrobrás e a agência não vai fazer coordenação. A ANP não tem instrumento para fazer coordenação operacional, para mandar um agente importar ou outro produzir”, acrescentou ela, referindo-se ao cenário de todo mercado combustíveis após as privatizações. Segundo especialistas, a principal preocupação é exatamente quanto à ausência de um coordenador, o que poderia causar um vácuo no abastecimento. Em alguns locais, haverá uma estrutura nova com importadores, refinadores e distribuidores privados.
Fonte: Estadão.com
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