A carga ou consumo de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN) subiu 3,5% em julho, ante o mesmo mês do ano passado, para 65.519 megawatts (MW). Na comparação com junho desse ano, houve queda de 1,9% no consumo. Os dados constam do Boletim de Carga Mensal, pelo ONS. No documento, o órgão informou que movimentos de retomada de atividades, em meio à pandemia, contribuíram para o resultado. No período acumulado, o consumo de energia no país também foi positivo. Em 12 meses até junho, a carga no SIN teve alta de 5% frente aos 12 meses imediatamente anteriores.
Todos os subsistemas pesquisados pelo ONS tiveram alta de consumo em julho ante julho de 2020. O destaque positivo partiu do subsistema Norte, que mostrou carga de 5.939 médios em julho, aumento de 8,7% ante o mesmo mês de 2020 e queda de 0,2% ante junho desse ano — mas ainda com alta acumulada de 7,1% em 12 meses até julho. Por sua vez, o ONS apurou que o subsistema Nordeste, com carga de 10,934 MW médios em julho, mostrou alta de 8,6% ante julho do ano passado e aumento de 0,1% ante junho — e elevação acumulada de 4,9% em 12 meses até julho. O subsistema Sul, com carga de 11.588 MW médios em julho, mostrou alta de 4,4% ante igual mês em 2020. Na comparação com junho, houve queda de 0,9%. A carga no subsistema, no entanto, acumula avanço de 4,6% em 12 meses até julho. Já o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que representa em torno de 60% do SIN, teve carga de 37.057 em julho, alta de 1% ante julho do ano passado, com recuo de 3,1% ante junho deste ano. Porém, em 12 meses até julho, o consumo nesse subsistema acumula evolução de 4,8%.
Fonte: Valor Online
—
Related Posts
Etanol deve ter aumento de consumo de 17% neste mês, diz pesquisa
Segundo levantamento da Argus, o consumo de etanol deverá crescer 17% em julho e 19% em agosto na comparação anual, impulsionado pela maior competitividade do biocombustível em relação à gasolina e pela...
EPE registra consumo residencial recorde no primeiro trimestre
A EPE registrou, no primeiro trimestre deste ano, um recorde no consumo residencial para o período, com um crescimento de 1,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Em contrapartida, o consumo...

