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Gustavo Henrique Labanca será o novo diretor-presidente da TAG

A Engie informou que o engenheiro Gustavo Labanca será o novo diretor-presidente da TAG. Labanca, que até agora atuava como diretor de Desenvolvimento de Negócios da Engie Brasil, está no grupo desde 1998 e foi um dos líderes do processo de aquisição da TAG. Ele acumulará as duas funções.

Além de Labanca, a diretoria da TAG será formada por Emmanuel Delfosse, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Engie Brasil Participações, como diretor de Operações, e Marc Claassen, Gerente Financeiro da Engie Brasil Participações, como diretor Financeiro interino.

Já no Conselho de Administração da empresa estarão Maurício Bähr, atual Presidente da Engie Brasil Participações e presidente do Conselho de Administração da Engie Brasil Energia; Eduardo Sattamini, diretor-presidente da Engie Brasil Energia; Raphael Barreau, diretor de Aquisições, Investimentos e Assessoria Financeira da Engie Brasil Participações; Martin Jahan de Lestang, diretor de Negócios da Cadeia do Gás, do Grupo Engie, além dos executivos da CDPQ Louis Jean Chartier e Eduardo Edmond Farhat, e pelo executivo da Petrobras Mauro Roberto da Costa Mendes.

A Engie destacou que a transação é um passo importante na abertura em curso do segmento de gás natural no País e marca a entrada da companhia nesse mercado no Brasil. “Além de ser um marco na história de 23 anos da Engie no Brasil, a aquisição possibilita um rápido crescimento no País com novas fontes de receitas em uma nova linha de negócios, garantindo a sustentabilidade do grupo no longo prazo”, ressaltou Bähr, em comunicado.

A companhia também lembra que a compra da TAG está em linha com a meta da Engie de obter receitas de ativos de setores regulados – como o de gasodutos – e com contratos de longo prazo. De acordo com Bähr, a operação está também alinhada aos objetivos estratégicos da Engie, que incluem o “crescimento em energias renováveis e em infraestruturas, como as linhas de transmissão e a cadeia do gás”. O executivo ressaltou ainda a importância de se manterem os contratos nessa fase de transição para um novo mercado de gás, que tem tudo para se expandir e gerar benefícios para o País, com a geração de empregos, renda, investimentos e tributos.

A Engie possui e opera mais de 37 mil km de gasodutos no mundo, em especial na França, bem como no México, Chile e Argentina. Além disso, o grupo possui participação em cinco terminais de regaseificação, 22 unidades de estocagem de gás e 20 distribuidoras de gás natural, atendendo cerca de 15 milhões de consumidores.

Fonte: IstoÉ Dinheiro / Estadão Conteúdo

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