A Petrobras informou que, tendo em vista o impacto da pandemia do coronavírus e do choque no preço do petróleo, vem mantendo tratativas com os principais agentes da cadeia de gás natural com o intuito de reduzir os efeitos financeiros.
O esclarecimento foi feito a pedido da CVM, que indagou a empresa sobre a reportagem “Petrobras cortará compras de gás da Enauta e PetroRio”, do Valor.
Em relação ao contrato de compra de gás natural relativo ao Campo de Manati firmado com o consórcio Manati, formado pela Petrobras (35%), Enauta (45%), Brasoil Manati (10%) e Geopark Brasil (10%), a Petrobras enviou notificação de força maior, necessária em decorrência da redução estrutural da demanda de gás natural em todo mercado.
Segundo a empresa, a notificação ao consórcio Manati não foi comunicada ao mercado porque não envolve volume significativo de gás natural no portfólio da Petrobras, “além de não resultar em impacto econômico-financeiro relevante, visto que os montantes envolvidos são inferiores a R$ 30 milhões por mês”.
Fonte: Valor Online
Related Posts
ES Gás passa a integrar entidade internacional do setor de gás natural e gases renováveis
Na última terça (22), a ES Gás passou a integrar a International Gas Union (IGU), principal entidade mundial da indústria de gás natural, que reúne mais de 140 associados em aproximadamente 70 países e...
Magda cita exemplo da Colômbia para justificar compra de gás de sócios
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, voltou a fazer críticas ao programa de desconcentração do mercado de gás natural, o Gas Release. Magda usou o exemplo do projeto de gás Syrius, de Petrobras e...

